24/06/2026 04:29 - Internacionales
A história do nosso planeta foi reescrita após a descoberta de uma equipe de pesquisadores na Austrália. Segundo informaram meios como Clarín e Infobae, documentou-se a marca de um impacto de asteroide ocorrido há 3.024 milhões de anos, o que o converte no cráter mais antigo jamais encontrado na Terra.
Este evento catastrófico sucedeu em uma época geológica conhecida como Mesoarqueano, uma era em que a Terra era um mundo hostil e os continentes tal como os conhecemos hoje apenas começavam a se consolidar. O impacto não só deixou uma cicatriz na superfície, como teve consequências inesperadas para a composição mineral da região.
O título da notícia é tão atrativo quanto cientificamente curioso. A expressão 'chuva de ouro' refere-se ao processo de deposição de metais preciosos que ocorreu após o impacto.
O mecanismo é o seguinte:
| Localização | Austrália |
| Antiguidade | 3.024 milhões de anos |
| Relevância | Cráter mais antigo da Terra |
| Consequência | Depósito de ouro e minerais |
| Contexto Geológico | Formação dos continentes |
O achado permite aos cientistas vislumbrar como era a Terra primitiva. Há 3.000 milhões de anos, o planeta não tinha a configuração atual; os continentes estavam se formando e a vida, se existia, era unicelular e muito simples.
O artigo de La Razón destaca que este meteorito colidiu 'quando os continentes ainda estavam se formando', o que sugere que estes impactos cósmicos massivos jogaram um papel fundamental não só na topografia, mas também na distribuição de recursos naturais que hoje exploramos.
Fontes: Clarín, Infobae, La Razón, Nación.
Alfredo S. Quiroga