11/07/2026 21:04 - Deportes
O dia 11 de julho de 2026 é uma data crucial para o futebol mundial. A Seleção Argentina, atual campeã, prepara-se para enfrentar a Suíça pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 às 22h (horário da Argentina) no estádio Arrowhead, em Kansas City. Na véspera da partida, o técnico Lionel Scaloni ofereceu uma coletiva de imprensa que encheu de esperança os torcedores.
Para quem não acompanha o futebol sul-americano de perto, a Argentina chega a este torneio como a seleção mais temida do planeta, tendo conquistado a Copa do Mundo de 2022 no Catar e a Copa América de 2024. O grupo mantém a base vitoriosa liderada por Lionel Messi.
Scaloni adiantou que 'não seria descabido repetir o time', ratificando a base do onze que superou o Egito por 3-2 nas oitavas de final. Nesse sentido, valorizou o trabalho do meio-campista Leandro Paredes, sinalizando que 'o time melhorou bastante com a entrada dele'.
O treinador nascido em Pujato também teve palavras de reconhecimento para seus atacantes, Lautaro Martínez e Julián Álvarez, que lutam intensamente por uma vaga, e reservou os maiores elogios para o capitão: 'Quando o Messi sente o perigo, ele é uma máquina. Enquanto ele tiver vontade, será o melhor'.
Provável formação: Emiliano Martínez; Gonzalo Montiel (ou Nahuel Molina), Cristian Romero, Lisandro Martínez, Nicolás Tagliafico; Leandro Paredes, Rodrigo De Paul, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister; Lionel Messi e Lautaro Martínez (ou Julián Álvarez).
A Suíça chega a esta fase após eliminar a Colômbia nos pênaltis. Scaloni definiu o adversário como uma equipe que 'compete e tem jogadores experientes'.
O capitão suíço, Granit Xhaka, declarou que admira a mentalidade das equipes sul-americanas e mostra-se orgulhoso por levar a Suíça às quartas de final depois de 72 anos.
O defensor Cuti Romero, autor de um gol crucial contra o Egito, garantiu que o DNA vencedor do grupo é herdado da geração de Messi e Di María. 'Para nós não resta outra senão seguir essa vivência que o capitão teve', expressou.
Scaloni também analisou o resto da chave e classificou o cruzamento entre Espanha e França, que se enfrentarão nas semifinais em 14/07/2026, como uma 'final antecipada'. Sobre o desempenho da Argentina no torneio, esclareceu que 'é difícil jogar tão bem quanto no Catar' porque os rivais se motivam ao máximo ao enfrentar a campeã do mundo, mas destacou o enorme espírito de rebeldia e superação da equipe.
Fontes: El Gráfico e CNN en Español.
Alfredo S. Quiroga