16/07/2026 04:21 - Internacionales
Conforme reportado pela Deutsche Welle em 14 de julho de 2026, a comunidade internacional acompanha de perto os acontecimentos no Estreito de Ormuz. Esta via marítima, por onde transita 25% do comércio global de petróleo, está no centro da disputa após os ataques entre EUA e Irã.
Nesse contexto, o preço do petróleo Brent registrou um aumento de 2,5%, alcançando 85,37 dólares. Enquanto os Estados Unidos mantêm um bloqueio naval e impuseram uma pedágio de 20%, espera-se que a mediação de países como Catar, Paquistão e Omã possa abrir portas para um cessar-fogo definitivo.
Os leitores do veículo alemão expressaram seus desejos de paz e preocupação com as consequências econômicas e humanas. Alexander Joaquin Jauria comentou no Facebook que 'EUA não querem terminar com esta guerra', enquanto outros leitores, como Julio Jímenez da Nicarágua, manifestaram sua esperança de que o conflito termine logo para aliviar o sofrimento da população iraniana. Por sua vez, Esteban Amador destacou a incongruência de lamentar tragédias naturais enquanto se geram conflitos armados, defendendo uma abordagem mais lógica e madura nas relações internacionais.
A ilha caribenha enfrentou seu segundo apagão total em cinco dias em 11 de julho de 2026, marcando o nono corte desde o final de 2024. Leitores como Melne Martínez destacaram que o bloqueio não deterá a capacidade dos cubanos de sonhar, ressaltando a notável resiliência de um povo que 'sempre encontra uma solução' diante da adversidade.
Outro tema central foi a situação da opositora María Corina Machado, que deseja retornar ao seu país devastado por terremotos. Embora nem o governo de Caracas nem o de Washington permitissem isso atualmente, seus seguidores mantêm viva a esperança de seu retorno. Em janeiro de 2026, Machado havia entregue simbolicamente sua medalha do Prêmio Nobel da Paz ao presidente Donald Trump como sinal de gratidão, em um gesto que muitos interpretam como uma ponte para futuras negociações democráticas.
Alfredo S. Quiroga