Em 2024, uma vítima relata que sete integrantes da fraternidade Chi Phi a drogam com ketamina e a agredem sexualmente em um evento fora do campus de Cornell (EUA) em outubro de 2023. A Cornell expulsou vários membros e fechou a residência da fraternidade, mas a denúncia inicial não gerou cargos criminais. O fiscal do condato de Tompkins reabriu o processo em janeiro de 2024, questionando a impunidade e exigindo justiça.

Detalhes do incidente

Em 17 de outubro de 2023, a vítima contou que foi levada a um evento fora do campus da Universidade Cornell por membros da fraternidade Chi Phi. Durante o encontro, ela teria sido dopada com ketamina e sofrido agressão sexual.

Consequências imediatas: A Cornell expulsou rapidamente três estudantes envolvidos e fechou a residência da fraternidade.

Resposta das instituições

A universidade suspendeu o programa de residências da fraternidade e implementou novos protocolos de segurança. O fiscal do condado de Tompkins reabriu a investigação em janeiro de 2024, citando “falta de ação penal inicial” como motivo para revisitar o caso. Ambas as partes devem apresentar novas evidências nos próximos meses.

Impacto na comunidade

Adenilson, estudante internacional e ativista de direitos da campus, destaca que “a reabertura do caso envia uma mensagem clara: ninguém está acima da lei”. A comunidade estudantil organizou protestos pacíficos exigindo maior transparência nas investigações. Apesar do escândalo, a Cornell afirmou estar comprometida em reforçar mecanismos de prevenção de violência sexual.