13/06/2026 16:19 - Salud
Infografía médica profesional sobre prevención de influenza A H3N2 en población infantil, con pediatra examinando a niño, vacunas y elementos de protección sanitaria
A província argentina de Santa Fe atravessa um cenário epidemiológico preocupante: a influenza A H3N2 representa 98% dos casos de vírus respiratórios detectados na Argentina, com um impacto desproporcional na população infantil. Segundo o Boletim Epidemiológico Nacional N° 811, os menores de 14 anos concentram 123 dos 278 casos de influenza A em internados, o que representa 44,2% do total de hospitalizações.
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Positividade em vigilância ambulatorial | 57,4% |
| Novas internações (última semana) | 222 casos |
| Casos de ETI (janeiro-maio 2026) | 357.133 |
| Casos de pneumonia | 45.442 |
| Casos de bronquiolite (menores de 2 anos) | 31.248 |
| Óbitos por influenza (2026) | 10 |
O grupo etário mais afetado é o de 5 a 9 anos, que registra o pico de casos com 35 hospitalizações confirmadas. Os especialistas apontam que este segmento da população apresenta maior vulnerabilidade devido à imaturidade de seu sistema imunológico e à maior exposição em ambientes escolares.
É uma variante do vírus da gripe que tende a causar quadros mais severos, especialmente em crianças, idosos e pessoas com condições pré-existentes. Caracteriza-se por febre alta, tosse seca, dor muscular intensa e fadiga. A cepa H3N2 tem maior capacidade de mutação do que outras variantes, o que dificulta a imunidade natural.
As autoridades sanitárias argentinas enfatizam a importância de:
Enquanto o SARS-CoV-2 e o vírus sincicial respiratório (VSR) se mantêm em níveis baixos, a influenza A H3N2 lidera a circulação de vírus respiratórios na Argentina. Esta situação contrasta com os últimos anos em que o COVID-19 dominava o panorama epidemiológico.
Fonte: Boletim Epidemiológico Nacional N° 811 - Ministério da Saúde da Nação (Argentina)
Alfredo S. Quiroga
Conspiraciones