04/07/2026 03:44 - Internacionales
De acordo com informações da Imago, em 2 de julho de 2026, a Rússia executou o que é considerado o pior ataque contra Kyiv (capital da Ucrânia) desde o início do conflito em 2022. A ofensiva teria incluído o lançamento de 74 mísseis, dos quais 24 eram do modelo Iskander-M (um sistema de mísseis balísticos de curto alcance de alta precisão), acompanhados por 496 drones.
O prefeito de Kyiv, Vitali Klitschko (ex-campeão mundial de boxe que se tornou uma figura central na resistência ucraniana), declarou dia de luto na capital em resposta à tragédia. Por sua vez, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, interrompeu sua agenda e retornou de urgência desde Dublin (Irlanda), após alertar sobre a intensificação da ofensiva russa.
O analista internacional Andrés Repetto indicou que este ataque massivo funciona como uma mensagem direta à OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no meio das crescentes tensões geopolíticas na região do Leste Europeu.
Este evento se soma a uma série de bombardeios registrados em datas anteriores. Em 1 de julho de 2026, ataques russos haviam deixado um saldo de 6 mortos em Kharkiv (importante cidade próxima à fronteira russa), 2 em Odessa (porto estratégico no Mar Negro) e 2 em Kherson.
Ironicamente, enquanto a Rússia intensifica sua ofensiva militar sobre o território ucraniano, ela enfrenta uma severa crise de combustível a nível interno, com uma queda de 25 por cento em sua produção de gasolina, um fator que poderia impactar sua logística a longo prazo.
Alfredo S. Quiroga