O reencontro em porta: Facundo e Candela
O escândalo que estourou em 5 de agosto de 2026 quando Facundo Moyano (41) foi detido às 5h03 no bairro de Belgrano, em Buenos Aires, ganha um rumo inesperado. Sua companheira, Candela Arizaga, foi encontrada nua e desorientada correndo pela Avenida Libertador. No entanto, a história parece caminhar para uma reconciliação.
Segundo informou eltrece, o advogado do ex-deputado, Miguel Molina, confirmou que solicitaram ao Ministério Público o levantamento da restrição de aproximação de 300 metros que pesava sobre o dirigente sindical. “Poderia voltar, entre aspas, o vínculo de Facundo com Candela Arizaga”, expressou Matías Vázquez no programa Puro Show ao citar os áudios do advogado.
A declaração de Candela Arizaga: “Cocaína para dormir”
Em 7 de agosto de 2026, Arizaga prestou depoimento ao Ministério Público. A influenciadora argumentou que havia sofrido um “surto psicótico” após consumir entorpecentes. Em um trecho que chamou a atenção, a jovem afirmou que consumiu cocaína porque não conseguia dormir: “Como não tinha sono, comecei a consumir cocaína”.
Além disso, Arizaga negou rotundamente ter sido vítima de violência de gênero por parte de Moyano, que foi deputado entre 2011 e 2021 e atualmente lidera o SUTPA desde 2025. “O problema nunca foi Facundo, ele não me fez nada”, sustentou, e surpreendeu ao afirmar que espera reencontrá-lo: “Espero vê-lo em breve”.
A ironia de Mario Pergolini
As declarações judiciais não passaram despercebidas pelo mundo do espetáculo. O apresentador Mario Pergolini ironizou a explicação de Arizaga durante seu programa, questionando a lógica de consumir cocaína para conciliar o sono.
“Eu não sou especialista no assunto, mas alguém que explique a essa garota que a cocaína te deixa acordado”, brincou Pergolini, conforme registrou La Voz. O apresentador definiu o episódio como uma “comédia romântica” que mistura “drogas, violência e sindicalismo”, recomendando em tom sarcástico uma infusão de camomila para a próxima insônia.
Silêncio e oração: a reaparição de Moyano
Após ser liberado na quarta-feira 6 de agosto de 2026, Facundo Moyano optou pelo silêncio público até a madrugada de 8 de agosto de 2026. Nesse dia, segundo detalha o jornal El Día, o sindicalista publicou um story no Instagram mostrando sua mão segurando um rosário, acompanhado de um emoji de mãos em oração, em clara alusão à difícil situação que atravessa.
O caso também revelou tensões familiares: o pai de Facundo, Hugo Moyano (82), teria tentado impor o advogado Juan Pablo Fioribello por uma soma de 250.000 dólares, o que foi rejeitado pelo próprio Facundo, que permaneceu sem visitas de familiares na delegacia de Barracas. A justiça continua investigando se houve uma terceira pessoa envolvida nos fatos daquela madrugada.
Rumo à reconciliação
Apesar da complexidade do episódio e da comoção inicial, ambas as partes parecem focadas na recuperação pessoal e deixam aberta a porta para a reconciliação. Espera-se que, com o acompanhamento adequado e o andamento da justiça, possam encontrar um caminho de bem-estar emocional e superação.