Uma lancha recreativa virou perto da Liberty Island, causando a morte de uma mulher de 27 anos e uma bebê de 5 meses. O capitão, de 46 anos, foi preso e enfrenta 13 acusações de imprudência. Doze pessoas foram resgatadas com ferimentos leves.

Tragédia no porto de Nova York

Uma noite de sábado em Nova York terminou em tragédia quando uma embarcação recreativa virou nas águas do rio Hudson, bem perto da emblemática Liberty Island. O acidente, ocorrido por volta das 22h25 do sábado 8 de agosto de 2026 (21h30 na Argentina), deixou duas vítimas fatais: uma mulher de 27 anos e uma bebê de 5 meses.

Segundo informações das autoridades locais e da imprensa, como Infobae e La Nación, a lancha envolvida era um modelo Bayliner de 22 pés (aproximadamente 6,7 metros de comprimento), um tipo de barco a motor muito comum para atividades recreativas. A embarcação virou perto da boia 32, fazendo com que seus 14 tripulantes caíssem na água.

Um resgate heroico e rápido

Antes da chegada das forças de segurança, doze pessoas já haviam sido resgatadas da água, em parte graças à colaboração de outra embarcação turística próxima chamada 'See the City II', cuja tripulação ajudou os náufragos. Quando a Unidade Portuária, a equipe de mergulho e a aviação do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) chegaram ao local, localizaram na água a mulher e a bebê em estado crítico.

Ambas foram levadas com urgência ao NYU Langone Hospital-Brooklyn, onde infelizmente foram declaradas mortas. As outras doze pessoas resgatadas foram encaminhadas a diferentes centros médicos da região, mas felizmente apresentaram apenas ferimentos leves e estão em condição estável. A rápida atuação das equipes de emergência e dos mergulhadores policiais foi fundamental para evitar uma tragédia ainda maior.

Prisão do capitão e investigação

Após o sinistro, a polícia prendeu o capitão da embarcação. Trata-se de Manuel Hernández, de 46 anos, residente em Manhattan, que foi detido na madrugada de domingo e enfrenta 13 acusações de imprudência temerária por colocar em perigo a vida dos outros.

Além da investigação policial, a Guarda Costeira dos Estados Unidos está analisando se o barco operava como um serviço de aluguel ilegal. A lancha foi rebocada para a costa e permanece sob custódia para as perícias correspondentes. As autoridades ainda não divulgaram as identidades das vítimas, aguardando a notificação aos familiares.