Calculadora revolucionária prevê risco real de efeitos musculares graves das estatinas
Pesquisadores da Universidade de Oxford desenvolveram uma ferramenta inédita baseada em dados de mais de 5,6 milhões de pessoas que demonstra que 98% dos candidatos ao tratamento com estatinas possui baixo risco de complicações graves. O estudo publicado no The Lancet Digital Health busca reduzir o medo que leva à interrupção do tratamento em pacientes que precisam prevenir infartos e acidentes vasculares cerebrais.









