15/07/2026 12:26 - Actualidad
Na Argentina, as negociações entre o Estado e os trabalhadores são chamadas de paritárias (negociações coletivas). No dia 13 de julho de 2026, a província de Neuquén, localizada na região da Patagônia, marcou o início dessas negociações para o segundo semestre. Com um espírito de diálogo e colaboração, o governo provincial e os principais sindicatos do setor público sentaram-se à mesa para buscar melhorias nos salários que beneficiem os trabalhadores de toda a região.
Por parte do governo provincial, compareceram representantes comprometidos com o progresso trabalhista: Jorge Tobares, Carola Pogliano, Juan Grandi, Juan González López e Natalia Puppio.
Do lado sindical, participaram as associações ATE (Associação de Trabalhadores do Estado), UPCN (União do Pessoal Civil da Nação) e UNAVP. É importante destacar que o sindicato ATEN não fez parte desta convocação, pois possui um acordo anual assinado em dezembro de 2025, garantindo a previsibilidade para seus filiados.
O representante da ATE, Carlos Quintriqueo, apresentou a reivindicação para alcançar uma recuperação salarial em prol do bem-estar dos trabalhadores.
Por sua vez, a UPCN questionou o mecanismo de cálculo atual, propondo alternativas para uma distribuição mais justa. Enquanto isso, a UNAVP contribuiu para o diálogo apresentando diversas observações para enriquecer o debate técnico e administrativo.
As negociações paritárias são espaços de diálogo democrático onde os representantes dos trabalhadores (sindicatos) e os empregadores (neste caso, o Estado provincial) discutem e acordam as condições de trabalho e os aumentos salariais. Este mecanismo é fundamental para manter o poder de compra dos funcionários públicos e fomentar um ambiente de trabalho harmonioso, produtivo e cheio de esperança para o futuro das famílias neuquinas.
Com muito otimismo diante das possibilidades de um acordo, as partes fixaram a próxima reunião para o dia 28 de julho de 2026, data na qual se espera avançar em direção a um consenso que traga tranquilidade econômica aos lares dos trabalhadores do Estado neuquino.
Alfredo S. Quiroga